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Sábado, 24 de Abril de 2010
Gill Combo = Gill Sans + Combinar

Ana Gil | 50420

 

 

 

 

Eloise Simões | 49681

 

 

 

 

Marisa Santos | 50026

 

 

 

 

Miguel Rocha | 50929

 

 

 

 

Rafael Lemos | 49674

 

 

 

 

 

A Gill Sans é uma fonte muito elegante sem serifa. Por essa razão, decidimos que seria interessante combinar características das diversas variantes da fonte, surgindo como exemplo o cruzamento entre a caixa alta e caixa baixa da mesma letra ou a versão light com a versão bold da mesma letra.

 

O processo de trabalho foi semelhante para os diversos elementos do grupo. Cada um de nós, após decisão conjunta acerca do conceito a usar, estudámos o desenho da fonte, para decidirmos que características seriam mais interessantes combinar. De seguida, cada um fez vários ensaios usando a sobreposição do contorno das letras (caixa alta + caixa baixa, ou light + bold) como ponto de partida para o desenho da letra final. A fase final foi a vectorização das letras, para conferir uma maior 'legibilidade' aos nossos esboços.

 

Não usámos nenhuma referência específica neste trabalho.




4 comentários:
De anassousa a 30 de Abril de 2010 às 13:46
Na nossa opinião foi um combinação interessante, conseguiram com a mesma família tipográfica obter uma fonte totalmente diferente apenas com as combinações dos mesmos tipos em caixa alta ou baixa, ou a combinação entre as fontes light, bold e regular. No entanto, um dos aspectos que na nossa opinião falhou foi a distorção (esticar) das letras. Ou seja, se o campo de acção é a Gill Sants, o problema deveria ser resolvido com combinações das letras sem as alterar. Porque desta forma perdem-se características da fonte original, tal como o "S" e o "D" que estão muito alongados, perdendo assim a forma redonda da Gill Sants. Um dos exemplos que nos agradou bastante foi a simplicidade do "O", que interpretamos como uma junção da contra-forma da Gill Sants light com a espessura da bold, resultando numa letra bastante simples e legível. Outro exemplo que consideramos bem resolvido é o caso da letra "I", que aproveitaram (e muito bem) o pormenor interessante que caracteriza o "I" de caixa baixa desta fonte. No nosso ponto de vista, apenas deveria ser feita uma modificação com o intuito de melhorar o caracter, seria em vez de ser só a parte inferior da letra um "i" minúsculo, porque a parte superior tem outros cortes, porque não espelhar verticalmente outro "i" minúsculo (sem a pinta), conseguindo assim manter a característica do "I" em ambas as partes e não só na inferior, como aconteceu. Em relação às outras letras umas mais confusas que outras, o caso do "S" e do "C" com a mistura de caixa alta com caixa baixa pode resultar se não esticarem os caracteres, como já havíamos dito. Pensamos também que deveriam ter cuidado com a construção das letras e as suas espessuras pois em alguns casos torna-se algo pouco 
harmonioso e até desequilibrado. Como o caso do conjunto de letras "H Z D", onde o "H" e o "D" tem alguma relação, mas o "Z" tem espessuras completamente diferentes das outras.Em suma, achamos que foi um trabalho bem resolvido para esta primeira fase, o facto das letras estarem vectorizadas embora aumente a legibilidade perde muito em relação à leitura da consecução e combinação dos caracteres. Acabaram com uma fonte menos legível, mas com um intuito diferente da Gill Sants, supomos, pois deste trabalho resultou uma fonte mais ornamentada, uma fonte decorativa.
Bom trabalho!


De anassousa a 30 de Abril de 2010 às 13:59
Na nossa opinião foi um combinação interessante, conseguiram com a mesma família tipográfica obter uma fonte totalmente diferente apenas com as combinações dos mesmos tipos em caixa alta ou baixa, ou a combinação entre as fontes light, bold e regular.
No entanto, um dos aspectos que na nossa opinião falhou foi a distorção (esticar) das letras. Ou seja, se o campo de acção é a Gill Sants, o problema deveria ser resolvido com combinações das letras sem as alterar. Porque desta forma perdem-se características da fonte original, tal como o "S" e o "D" que estão muito alongados, perdendo assim a forma redonda da Gill Sants.
Um dos exemplos que nos agradou bastante foi a simplicidade do "O", que interpretamos como uma junção da contra-forma da Gill Sants light com a espessura da bold, resultando numa letra bastante simples e legível. Outro exemplo que consideramos bem resolvido é o caso da letra "I", que aproveitaram (e muito bem) o pormenor interessante que caracteriza o "I" de caixa baixa desta fonte. No nosso ponto de vista, apenas deveria ser feita uma modificação com o intuito de melhorar o caracter, seria em vez de ser só a parte inferior da letra um "i" minúsculo, porque a parte superior tem outros cortes, porque não espelhar verticalmente outro "i" minúsculo (sem a pinta), conseguindo assim manter a característica do "I" em ambas as partes e não só na inferior, como aconteceu.
Em relação às outras letras umas mais confusas que outras, o caso do "S" e do "C" com a mistura de caixa alta com caixa baixa pode resultar se não esticarem os caracteres, como já havíamos dito.
Pensamos também que deveriam ter cuidado com a construção das letras e as suas espessuras pois em alguns casos torna-se algo pouco harmonioso e até desequilibrado. Como o caso do conjunto de letras "H Z D", onde o "H" e o "D" tem alguma relação, mas o "Z" tem espessuras completamente diferentes das outras.
Em suma, achamos que foi um trabalho bem resolvido para esta primeira fase, o facto das letras estarem vectorizadas embora aumente a legibilidade perde muito em relação à leitura da consecução e combinação dos caracteres. Acabaram com uma fonte menos legível, mas com um intuito diferente da Gill Sants, supomos, pois deste trabalho resultou uma fonte mais ornamentada, uma fonte decorativa.
Bom trabalho!




De Rita Bento a 30 de Abril de 2010 às 18:47
Parabéns pelo trabalho, está muito interessante e bem conseguido.


De anassousa a 1 de Maio de 2010 às 17:34
Na nossa opinião foi um combinação interessante, conseguiram com a mesma família tipográfica obter uma fonte totalmente diferente apenas com as combinações dos mesmos tipos em caixa alta ou baixa, ou a combinação entre as fontes light, bold e regular.
No entanto, um dos aspectos que na nossa opinião falhou foi a distorção (esticar) das letras. Ou seja, se o campo de acção é a Gill Sants, o problema deveria ser resolvido com combinações das letras sem as alterar. Porque desta forma perdem-se características da fonte original, tal como o "S" e o "D" que estão muito alongados, perdendo assim a forma redonda da Gill Sants.
Um dos exemplos que nos agradou bastante foi a simplicidade do "O", que interpretamos como uma junção da contra-forma da Gill Sants light com a espessura da bold, resultando numa letra bastante simples e legível. Outro exemplo que consideramos bem resolvido é o caso da letra "I", que aproveitaram (e muito bem) o pormenor interessante que caracteriza o "I" de caixa baixa desta fonte. No nosso ponto de vista, apenas deveria ser feita uma modificação com o intuito de melhorar o caracter, seria em vez de ser só a parte inferior da letra um "i" minúsculo, porque a parte superior tem outros cortes, porque não espelhar verticalmente outro "i" minúsculo (sem a pinta), conseguindo assim manter a característica do "I" em ambas as partes e não só na inferior, como aconteceu.
Em relação às outras letras umas mais confusas que outras, o caso do "S" e do "C" com a mistura de caixa alta com caixa baixa pode resultar se não esticarem os caracteres, como já havíamos dito.
Pensamos também que deveriam ter cuidado com a construção das letras e as suas espessuras pois em alguns casos torna-se algo pouco harmonioso e até desequilibrado. Como o caso do conjunto de letras "H Z D", onde o "H" e o "D" tem alguma relação, mas o "Z" tem espessuras completamente diferentes das outras.
Em suma, achamos que foi um trabalho bem resolvido para esta primeira fase, o facto das letras estarem vectorizadas embora aumente a legibilidade perde muito em relação à leitura da consecução e combinação dos caracteres. Acabaram com uma fonte menos legível, mas com um intuito diferente da Gill Sants, supomos, pois deste trabalho resultou uma fonte mais ornamentada, uma fonte decorativa.

Bom trabalho!
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